Este é um projecto que conta com o apoio da Academia Europeia de Dermatologia e que se realiza anualmente desde 2000 em 26 países da Europa, incluindo Portugal. Este projecto abrange campanhas de prevenção junto de escolas e rastreios gratuitos à pele.
O rastreio à pele estará disponível nos serviços de dermatologia de hospitais e centros de saúde de todo país no dia 27 de Maio.
De acordo com Osvaldo Correia, secretário-geral da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo, o número de casos de melanoma tem aumentado, mas o facto de se estar mais atento a este problema tem permitido detectar estes tumores atempadamente. No rastreio do ano passado, foram examinadas 1.254 pessoas e foram detectadas 618 lesões suspeitas, das quais 26% eram melanomas.
Todos os anos são diagnosticados dez mil novos casos de cancro da pele em Portugal, dos quais cerca de 20% acabam por ser mortais. Por essa razão, e de acordo com declarações de Osvaldo Correia à agência Lusa, "estas campanhas são muito importantes para sensibilizar as pessoas para a importância de se prevenirem contra os efeitos nefastos do sol e, assim, poderem adoptar os comportamentos mais adequados".
Coitadinha , provávelmente não sabe
andar de patins , foi ao chão e ficou com a
roupa naquele estado ! ...

Um bêbedo entra num bar e pede ao balcão três cafés.
- Três cafés? - pergunta, atónito, o empregado.
- Sim, um para mim, outro para ti e outro prá p... da tua mãe!!!
No dia seguinte, o mesmo bêbedo repete o mesmo pedido, no mesmo café e ao mesmo empregado:
- Três cafés.
- Três?...
- Sim. Três: um para mim, outro para ti e outro prá p...da tua mãe!!!
Desta vez o empregado "passou-se", saiu do balcão, agarrou no bêbedo e deu-lhe uma sova.
No dia seguinte, todo entrevado, o bêbedo vai ao mesmo café, dirige-se ao balcão e o empregado com um sorrisinho cínico pergunta-lhe:
-Então, três cafezinhos, não é verdade?....
-Não. - Responde o bêbedo.
-Só dois: um para mim e outro prá p... da tua mãe! P'ra ti não, porque o café altera-te o sistema nervoso...

Como o silêncio do punhal num peito,
O silêncio do sangue a converter
Em fio breve o coração desfeito
Que nas pedras acaba de morrer,
Vive em mim o teu nome, tão perfeito
Que mais ninguém o pode conhecer!
É a morte que vivo e não aceito;
É a vida que espero não perder.
Viver a vida e não viver a morte;
Procurar noutros olhos a medida,
Vencer o tempo, dominar a sorte,
Atraiçoar a morte com a vida!
Depois morrer de coração aberto
E no sangue o teu nome já liberto...
Alexandre O'Neill
