Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Não é bronzeador, não senhor !?...

 

        



publicado por tudoanorte às 17:54
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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Embolia pulmonar - 2

Diagnóstico

 

O médico pode suspeitar da existência de embolia pulmonar baseando-se nos sintomas e nos factores de predisposição de uma pessoa. No entanto, há com frequência necessidade de certos procedimentos para poder confirmar o diagnóstico.
Uma radiografia do tórax pode revelar alterações ligeiras nas estruturas dos vasos sanguíneos após a embolia e alguns sinais de enfarte pulmonar. No entanto, as radiografias do tórax são, frequentemente, normais e inclusive, quando não o são, é raro confirmarem a embolia pulmonar.

Um electrocardiograma pode mostrar alterações, mas com frequência estas são transitórias e apoiam simplesmente a possibilidade de uma embolia pulmonar.

Efectua-se, frequentemente, um exame de perfusão (cintigrafia ou gamagrafia). Para isso injecta-se numa veia uma substância radioactivo que passa para os pulmões, onde se observa o fornecimento de sangue pulmonar (perfusão). Na imagem aparecem, a escuro, as áreas que não recebem um fornecimento normal porque não lhes chega nenhuma partícula radioactiva. Os resultados normais do exame indicam que a pessoa não sofre de uma obstrução significativa do vaso sanguíneo, mas os resultados anormais podem dever-se também a causas alheias à embolia pulmonar.

Geralmente, a cintigrafia de perfusão associa-se à cintigrafia inalatória ou de ventilação pulmonar. A pessoa inala um gás inócuo que contém uma marca de material radioactivo que se distribui uniformemente pelos pequenos sacos de ar dos pulmões (alvéolos). Nas imagens aparecem as áreas onde se troca o oxigénio. O médico pode, geralmente, determinar se a pessoa tem uma embolia pulmonar, comparando este resultado com o modelo obtido no exame de perfusão (que indica o fornecimento de sangue). Uma zona com embolia mostra uma ventilação normal, mas uma perfusão diminuída.

A arteriografia pulmonar é o método mais preciso para diagnosticar uma embolia pulmonar, mas envolve algum risco e é mais incómoda que outros exames. Consiste em injectar na artéria uma substância de contraste (visível na radiografia) que flui até às artérias do pulmão. A embolia pulmonar aparece na radiografia como uma obstrução arterial.

Podem efectuar-se exames complementares para averiguar a origem do êmbolo.

 

 

Prognóstico

 

As probabilidades de falecer por causa da embolia pulmonar dependem do tamanho do êmbolo, do tamanho e do número das artérias pulmonares obstruídas e do estado de saúde do doente. O risco de embolia é maior em pessoas com perturbações cardíacas ou pulmonares graves. Geralmente, sobrevivem as pessoas com uma função cardíaca e pulmonar normais, a menos que o êmbolo obstrua metade ou mais dos vasos pulmonares. A embolia pulmonar grave causa a morte no prazo de uma ou duas horas.

Aproximadamente 50 % das pessoas com embolia pulmonar não tratada podem ter outra no futuro. Cerca metade destas recidivas podem ser mortais. O tratamento com fármacos que inibem a coagulação (anticoagulantes) pode reduzir a frequência das recidivas em um de cada 20 casos.

 

 

Prevenção

 

Utilizam-se vários meios para impedir a formação de coágulos nas veias das pessoas com risco de embolia pulmonar. Para os doentes em período pós-operatório, especialmente se já são de idade, recomenda-se o uso de meias elásticas, exercícios para as pernas, deixar a cama e recomeçar a actividade o mais cedo possível.

Desta maneira, diminui o risco de formação de coágulos. As meias de compressão para as pernas, concebidas para activar a circulação do sangue, reduzem a formação de coágulos na barriga da perna e, por conseguinte, diminuem a frequência de embolia pulmonar.

A heparina (um anticoagulante) é o tratamento mais amplamente utilizado, depois da cirurgia, para diminuir as probabilidades de formação de coágulos nas veias da barriga das pernas.

Injecta-se em doses baixas, por debaixo da pele, imediatamente antes da intervenção e durante os 7 dias seguintes. A heparina pode causar hemorragias e atrasar a cura, daí que a sua administração seja reservada a doentes com alto risco de desenvolver coágulos e aos que sofrem de insuficiência cardíaca, choque ou uma doença pulmonar crónica.

Habitualmente, trata-se de pessoas obesas com antecedentes de coágulos. A heparina não se utiliza nas operações relacionadas com a coluna vertebral ou o cérebro, dado que o risco de hemorragias nestas zonas é muito elevado.

Podem administrar-se doses baixas de heparina a pessoas hospitalizadas com alto risco de desenvolver embolia pulmonar, mesmo que não se submetam a cirurgia.

O dextrano, que se administra por via endovenosa, também ajuda a prevenir os coágulos mas, assim como a heparina, pode causar hemorragias.

A varfarina pode administrar-se por via oral em algumas intervenções cirúrgicas particularmente propensas a causar coágulos, como a reparação da fractura da anca ou a substituição desta articulação. A terapia com varfarina pode prolongar-se durante várias semanas ou meses.

 

 

 

 

Causas que predispõem à coagulação


É possível que não se conheça a causa da coagulação do sangue nas veias, mas muitas vezes existem certos factores óbvios de predisposição. Esses factores consistem em:

Cirurgia
Repouso prolongado na cama ou inactividade (como estar sentado durante muito tempo num automóvel ou a viajar de avião)
Icto (enfarte cerebral)
Ataque cardíaco
Obesidade
Fractura da bacia ou da perna
Aumento da tendência coagulante do sangue (por exemplo, devido a certas formas de cancro, ao uso de anticoncepcionais orais e por causa de uma deficiência hereditária de um inibidor da coagulação do sangue)

                       


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publicado por tudoanorte às 16:55
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Bicicleta machista !?...

 

         



publicado por tudoanorte às 16:49
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" Se eu pudesse trincar a terra toda "

Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
E se a terra fosse uma cousa para trincar
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se,
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva... 

 

O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...

 

              

                Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)

 

 

 

 

 

 


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publicado por tudoanorte às 15:11
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Só faltava mesmo este !?...

  

               



publicado por tudoanorte às 17:25
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A marca é boa, a imagem é boa, não havia necessidade !?...

    

           



publicado por tudoanorte às 16:53
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A escultura do dia

 

         

           



publicado por tudoanorte às 16:48
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Eu bem me queria parecer que já tinha visto gado na praia !?...

                



publicado por tudoanorte às 16:44
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Para ler nas férias! ...

          

              

 



publicado por tudoanorte às 16:41
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A anedota do dia

 

Um cego entra num bar de lésbicas, senta-se ao balcão e pede uma bebida.

A bebida chega e, depois de algum tempo, o cego grita:
- Vou contar uma piada de loiras!
A mulher ao seu lado diz:
- Já que és cego, vou-te avisar de 5 coisas antes de resolveres contar a piada:
1 - O barman é uma mulher loira.
2 - O gerente é uma mulher loira.
3 - Eu sou uma loira de 1,75m e 90kg.
4 - A mulher ao meu lado é uma loira profissional em Karaté.
5 - Do teu outro lado tens uma loira professora de Kung Fu.
Ainda queres contar a piada?
O cego responde:
- Não... Deixa lá... Se vou ter de explicar 5 vezes, desisto!...

 

                    

 


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publicado por tudoanorte às 16:37
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